Estar no fundo da tabela
não significa o fim!
A dinâmica de uma
equipa que esta no fundo da tabela, não é boa como é normal. Ninguém é louco
para dizer que se esta bem, quando não se ganha a ninguém. Mas mais que
procurar culpados, e gastar energias de quem é o verdadeiro culpado. As equipas
que estão nessa posição devem analisar o que a de positivo, que por pouco seja,
que caminho pode tomar! Sabendo que ter uma equipa que num dia para outro vença
os jogos todos, isso só nos filme, de ficção! Todos os factores são
importantes, a começar pelo discurso com verdade, mas jamais de coitadinhos ou
filhos do azar, ou que os árbitros são culpados de tudo, todos sabemos que isso
é mentira!
Um dos pontos mais fulcrais, é saber que percentagem de
pontuação, precisamos para o objectivo que queremos, isso vai nos dar logo
outro a vontade. Se temos 7 jogos realizados e seis pontos, sabemos que uma
posição na tabela tranquila equivale a ter no final 40% da pontuação
conquistada! São precisos 36 pontos, faltam 23 jogos. Estão 69 pontos em jogo,
tem que se conquistar 43.4% dos pontos. Significa ganhar 9 jogos em 23 jogos.
Por existe um caminho, que pode ser muito melhor, e nada esta acabado, e até é possível
existir alguns erros no futuro, mas vamos trabalhar um modelo de jogo que
permita atingir tal meta, mais importante que olhar para a distancia dos
adversários que vão a nossa frente o importante é olhar, para aquilo que
precisamos de atingir no futuro, traçando pequenas metas mensais, sabendo que a
cada 4 jogos se tiver se uma média de 5 pontos e bom dá para atingir o
objectivo traçado. Sabemos que vão existir 5 metas de 4 jogos, que se em duas
fizermos 5 pontos. e outras 3 metas de 4 jogos fizermos 6 pontos. Com este pecúlio
de 34 pontos finais, não será preciso desespero, nem estar olhar para o que vai
a nossa frente. Porque com um rumo e com tranquilidade chega-se ao que se quer.
Servindo essas metas de avaliação. por isso quando pegamos num clube primeiro
saber o que se precisa para atingir o objectivo.
Depois analisar o que temos de bom, ver como podemos organizar
a equipa de uma forma mais competitiva, como se podermos ir ao mercado ver o
que nos faz falta realmente. já me aconteceu chegar a uma equipa e um director
dizer mister com estes avançados estamos feitos. Mas o facto é que se num jogo
poucas ou nenhumas bolas eram postas na zona de finalização como podíamos dizer
que que o rapaz era bom ou mau! tem que ser uma análise no seu global.
Depois falar do aspecto mental, se estamos mal na tabela
classificativa, já sabemos que estamos mal,
quanto mais falarmos em erros mais a nossa confiança se vai abaixo, tem
que se dizer a verdade, mas falando mesmo que seja poucos, de pontos positivos
que a equipa já fez.
Porque um objectivo de salvar uma equipa da descida é tão
nobre, quanto lutar pelo um titulo, já que cada clube tem a sua dimensão. se
existir dificuldades financeiras, em vez de ter 25 jogadores tem se 19, e se
for necessário baixar um pouco baixa-se, mas o mais importante sem duvida e dar
todas as condições possíveis ao grupo trabalho, a nível mental. estar
consciente das dificuldades. porque equipas com parcos recursos só a superação
e um forte espirito de grupo, pode conseguir atingir os objectivos. Por isso
quando dizem que tive em grupos mortos e fiz milagres, não fui eu mas sim o
grupo, direcção, massa associativa e muito trabalho. porque não tenho problemas
em dizer já desci de divisão, mas aprendi muito e não me arrependo, porque para
pegar em certos projectos e preciso ter desculpem a expressão os tomates no
sitio, mas acima de tudo acreditar no trabalho que fazemos.

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